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A VIDA ACADÊMICA E A PERSEVERANÇA DA VIDA CRISTÂ

O que é o mito


O Mito da Caverna, também conhecido como “Alegoria da Caverna” é uma passagem do livro “A República” do filósofo grego Platão. É mais uma alegoria do que propriamente um mito. É considerada uma das mais importantes alegorias da história da Filosofia. Através desta metáfora, é possível conhecer uma importante teoria platônica que retrata como através do conhecimento, é possível captar a existência do mundo sensível (conhecido através dos sentidos) e do mundo inteligível (conhecido somente através da razão).


O Mito da Caverna


O mito fala sobre prisioneiros (desde o nascimento) que vivem presos em correntes numa caverna e que passam todo tempo olhando para a parede do fundo que é iluminada pela luz gerada por uma fogueira. Nesta parede são projetadas sombras de estátuas representando pessoas, animais, plantas e objetos, mostrando cenas e situações do dia-a-dia. Os prisioneiros ficam dando nomes às imagens (sombras), analisando e julgando as situações.


Vamos imaginar que um dos prisioneiros fosse forçado a sair das correntes para poder explorar o interior da caverna e o mundo externo. Entraria em contato com a realidade e perceberia que passou a vida toda analisando e julgando apenas imagens projetadas por estátuas. Ao sair da caverna e entrar em contato com o mundo real ficaria encantado com os seres de verdade, com a natureza, com os animais etc. Voltaria para a caverna para passar todo conhecimento adquirido fora da caverna para seus colegas ainda presos. Porém, seria ridicularizado ao contar tudo o que viu e sentiu, pois seus colegas só conseguem acreditar na realidade que enxergam, na parede iluminada da caverna. Os prisioneiros vão o chamar de louco, ameaçando-o de morte caso não pare de falar daquelas ideias consideradas absurdas.


O que Platão quis dizer com o mito


Os seres humanos tem uma visão distorcida da realidade. No mito, os prisioneiros somos nós que enxergamos e acreditamos apenas em imagens criadas pela cultura, conceitos e informações que recebemos durante a vida. A caverna simboliza o mundo, pois nos apresenta imagens que não representam a realidade. Só é possível conhecer a realidade, quando nos libertamos destas influências culturais e sociais, ou seja, quando saímos da caverna.

Escolhemos este texto que retrata o mito da caverna de Platão com o objetivo de evidenciarmos algumas nuances que separam o mundo encantado das tão temidas academia de formação universitária. É comum ouvimos de alguns irmãos a citação de um texto bíblico que diz: “A LETRA MATA E O ESPRITO VIVIFICA” dando a entender que a busca pelo conhecimento acaba matando a fé do cristão. Vejamos o que diz o Profeta Oseias (6:6) “ Pois desejo misericórdia, não sacrifícios, e conhecimento de Deus em vez de holocaustos, e também o comentário judaico do novo testamento de David H. Stern da editora Templus.

“No seu contexto, esta linha de 2 Coríntios 3:6 expressa um contraste importante entre a impropriedade do sistema do Velho Testamento e a suficiência de Cristo para nos salvar do pecado. A "letra" representa o "ministério da morte, gravado com letras em pedras" que foi dado aos israelitas através de Moisés, Êxodo (3:7,9). O “Espírito” representa a nova aliança de Cristo, revelada através do Espírito Santo e escrita em nossos corações” 2 Coríntios (3:3,4,6,8).

É uma trágica e triste ironia que alguns professores de hoje estejam arrancando este versículo de seu contexto e destorcendo seu significado tão completamente que eles negam o verdadeiro ponto que Paulo está dando no texto.

Algumas pessoas, quando confrontadas com o fato que suas doutrinas e práticas humanas não são aprovadas no Novo Testamento, são tão orgulhosas ou tão cegas, que não admitem seu erro. Em vez disso, elas atiram este versículo na face daquele que está salientando a importância de obedecer a Cristo e sugerem que o estudo cuidadoso da Bíblia é inútil e até perigoso "porque a letra mata, mas o Espírito vivifica". Que blasfêmia contra a palavra de Deus!

No mesmo contexto de 2 Coríntios 3, Paulo enfatiza a importância da palavra revelada por Cristo. Ele destaca o valor da palavra de Deus (4:2), da verdade (4:2), do conhecimento da glória de Deus (4:6), da liberdade (3:17; veja João 8:32 para saber como encontramos esta liberdade), e de olhar no espelho que nos transforma (3:18; veja Tiago 1:23-25 para saber o que é este espelho).

Não é tão diferente quando um jovem ou uma jovem buscam acender no conhecimento acadêmico, muitas das vezes chegam ate a serem desmotivados a buscar a academia, agrademos a Deus porque nas nossas igrejas Assembleia de Deus nossos jovens são devidamente orientados e preparados para buscarem um formação acadêmica pois através delas estarão acendendo na sociedade.

Mais de fato o que representa esta saída do universo protegido e de certa forma encantado?

Não se trata de um rompimento como suas origens e sim de uma continuidade porem não mais rotulada no sentido de uma fé inocente, trata-se de auto posicionar-se neste novo mundo respeitando a pluralidade sem com isso esquecer suas origens e formação familiar.

A academia não é continuidade da sua comunidade religiosa, a academia é um mosaico de toda subjetividade humana, lá encontramos pessoas com fé, e sem fé acreditando em varias divindades e ao mesmo tempo negando as divindades trata-se de uma parafernália religiosa, homens e mulheres, jovens é idosos dos mais diferenciados credos todos na luta pela legitimação de seu contexto de verdade.

A academia é local de fecundos debates, por isso é preciso nos nutrirmos de bons argumentos para fundamentação e legitimação daquilo que entendemos por verdade, o calouro ao chegar na academia deve exercitar a capacidade de aprender a ouvir buscando sempre esta antenado na temática que esta se tratando, não adianta misturar fé e razão este embate raiou o medievo e penetrou a modernidade e ate hoje ainda estamos tentando entender se é possível ou não estabelecer algum tipo de confluência entre as partes.

O que devemos fazer para nos mantermos crente dentro da academia?

Em primeiro lugar devemos exercitarmos a palavra confiança mais não confiança no senso estrito senso e sim latu senso conforme nos orienta David H. Stern

“ confiança do grego pistis: firme convicção, firme fé”

Esta confiança esta estritamente ligada a sua experiência diária com Deus. E é justamente sobre experiência com Deus que gostaria de dedicar um paragrafo de comunicação, a experiência com Deus vai muito mais além de apenas frequentar os cultos ou cantar nos grupo, ela passa justamente pela sua subjetividade humana ou seja o seu interior no quartel chamamos isso de disciplina consciente, quando o Rei Davi estava de Frente para Golias foi justamente sua experiência com Deus que o socorreu.


“Então disse Davi a Saul: Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; e quando vinha um leão e um urso, e tomava uma ovelha do rebanho, Eu saía após ele e o feria, e livrava-a da sua boca; e, quando ele se levantava contra mim, lançava-lhe mão da barba, e o feria e o matava.


Assim feria o teu servo o leão, como o urso; assim será este incircunciso filisteu como um deles; porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo. 1 Samuel 17:34-36

Esta passagem nos faz aprender que experiência vale mais que algumas pequenas emoções , o mundo da qual vocês farão parte não é para todos é privilegio e bondade de Deus na vida de cada uma de vocês.

Ao deixarem a academia deveram também deixar la uma testemunho do Deus vivo representado no comportamento de vocês em seguida devem fazer com fez Davi trazer a cabeça do gigante aqui metaforicamente representado pelo diploma de curso superior vão a lutas bravos guerreiros do bem vocês são o exercito de Cristo na terra a força da Igreja esta nas mãos de vocês e onde tiver na academia batam no peito e digam sou Assembleiano ate o tutano mais não misturo fé e Razão aquilo que Deus me prometeu é muito maior as estruturas desta tão sonhada academia.

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